quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MENTIRAS! Alguém ainda acredita na Dilma¹³


(Coronel)Depois da falsificação da titulação acadêmica feita com login e senha, de transformar um dossiê em "banco de dados" e de querer esconder sua porção terrorista e guerrilheira na ficha policial, quem ainda acredita em Dilma Rousseff? Nao é mais verossímil a clara, transparente e honesta declaração de uma funcionária pública de carreira, que foi demitida a mando de Lula e Dilma, como todos os jornais publicaram à época?
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Transparência não é o forte da Dilma. A não ser no xale que usava quando recebeu a Secretária da Receita para pedir "agilidade" no processo contra o filho gestor do Sarney. Dilma pede provas sobre a reunião, pois sabe que fez tudo de um jeito que não restassem rastros. Mandou primeiro a operadora de dossiês, Erenice Guerra, para organizar a visita. Nada de e-mails ou telefonemas. Abriu as portas secretas do Planalto, onde não existem cadastros e nem câmaras. Por fim, recebeu-a fora da agenda oficial. Aliás, este é um hábito recorrente da "doutora", que transforma o seu gabinete, de vez em quando, em "aparelho", como nos velhos tempos da guerrilha. Segundo a Folha, "em junho de 2008, no auge da polêmica sobre a Varig, Dilma admitiu que o advogado Roberto Teixeira havia sido recebido na Casa Civil ao menos duas vezes em encontros que não constavam de sua agenda." Alguém ainda acredita na Dilma?

''É a minha palavra contra a dela''

Entrevista - Lina Maria Vieira: ex-secretária da Receita Federal; Ela sustenta que esteve com Dilma, quando teria recebido pedido para ?agilizar? as investigações sobre Fernando Sarney

Renato Andrade, BRASÍLIA


Apesar das negativas do governo, a ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira insiste em que esteve reunida com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, quando teria recebido o pedido para "agilizar" as investigações envolvendo Fernando Sarney, filho do presidente do Senado. De sua casa em Natal (RN), Lina disse ao Estado que não tem provas concretas de seu encontro com a ministra no final do ano passado.

"O que eu tenho é a minha palavra contra a dela", disse. A ex-chefe do Fisco afirmou que ninguém do governo a procurou depois de suas declarações. Ela disse ainda que não sabe se poderá ser alvo de represálias.

Lina, que tratou do assunto inicialmente em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo, deixou claro que está disposta a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás, mas a bancada governista no Senado acredita ter neutralizado todas as chances de a oposição conseguir convocá-la.

Ontem, durante depoimento do secretário interino da Receita, Otacílio Cartaxo, à CPI, a bancada governista rechaçou todas as ponderações feitas pela oposição para que Lina fosse ouvida. A própria oposição admite que provavelmente será derrotada e tentará convocar a ex-secretária da Receita Federal em um outro fórum de discussão, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Os governistas, porém, avaliam que isso não terá o mesmo impacto de um depoimento de Lina dentro de uma CPI.

A senhora tem alguma prova ou registro em agenda, pelo menos do encontro com a secretária executiva da Casa Civil, que fortaleça a sua posição?

O que eu tenho, como disse, é a minha palavra contra a palavra da ministra. Eu estive lá, foi o que declarei à Folha, exatamente aquilo. Eu disse inclusive que não iria atrás de provas, é a minha palavra contra a dela. É verdade o que eu disse a eles, na verdade eu só fui confirmar investigações que eles já tinham, e eu confirmei. Não seria importante procurar algum tipo de prova? Mas o que tem isso... Eu acredito ainda que a palavra da pessoa e a história da pessoa valem. Eu estive lá a convite da ministra, não tirei foto, eu não gravei, foi somente isso. Eu reitero o que disse.

A secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, foi à Receita para pedir esse encontro da senhora com a ministra?

Correto.

Existe registro desse encontro?

A secretária que estava lá viu, e ficou registrado, ela viu a entrada e saída.

Isso está registrado na agenda?

Não tem registro, não foi feito, as pessoas é que viram. Eu só queria que você compreendesse...em relação a isso tudo, eu mantenho o que disse. O que eu disse é aquilo que está lá e eu não tenho mais a acrescentar.

A senhora teme algum tipo de represália?

Olha, eu não sei. Eu já me afastei das minhas atividades, estou de licença, e não sei o que pode acontecer.

Alguém do governo a procurou depois de suas declarações?

Não.

A senhora espera ser convocada para depor na CPI da Petrobrás?

Não sei o que eles vão decidir. Convidada ou convocada, eu lá estarei.

A senhora tem alguma coisa que pretende apresentar na comissão?

Não. Vou responder o que me perguntarem, preservando o sigilo fiscal.


Eu agora pergunto: Escreva aí nos comentários do blog se você acredita em Dilma¹³????
Vou aceitar os apoiadores sim!
Se existirem...

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