quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Texto do dia!

O aventureirismo e a irresponsabilidade política tomaram conta do governo do PT e do Itamaraty, porque só isto explica a trapalhada protagonizada pela dupla Lula-Amorim no caso de Honduras.

. Em 1961, o então chanceler Afonso Arinos, amparado por Jânio, criou as bases da moderna política externa brasileira, cuja pedra de toque sempre foi o respeito ao princípio da autodeterminação dos povos. Isto significa a não ingerência nos assuntos internos dos outros Países.

. Ao entrar numa conspiração internacional para contrabandear para Tegucigalpa o ex-presidente Zelaya, alojando-o na embaixada brasileira em Honduras, o governo brasileiro demonstrou que está mais para Foro de São Paulo do que para OEA ou ONU.

. O Brasil sequer mantém relações diplomáticas com Honduras, já que Lula mandou fechar a embaixada.

. Lula e Amorim rasgaram todos os princípios em que se baseava a política externa brasileira e com isto perderam o respeito dos povos.

. Ao apostar no tudo ou nada, o Brasil ficou com nada, porque as autoridades hondurenhas cortaram a luz, o telefone e a água da embaixada em Tegucigalpa. O que fará o Itamaraty: mandará Jobim invadir Honduras ? É claro que não. O Brasil sairá apenas desmoralizado desse degradante episódio internacional.

- O Senado, que em nome da Nação fala sobre relações externas, bem que poderia desautorizar essa inaudita violência praticada pelo governo brasileiro contra o povo e o governo de Honduras.



Polibio Braga 23.09.09

2 comentários:

  1. Stenio,

    Lula está desmoralizando o povo brasileiro.

    No caso de Honduras, foi terrivelmente ridícula à sua atuação.

    Para evitar um mal maior, não devemos tentar defender
    a embaixada brasileira em Honduras, mas procurar uma negociação com o governo de Michelleti, exigindo que o Zé Laia peça asilo político ao Brasil. Aquí chegando deve ser processado e responder no STF, por total desrespeito às leis brasileiras.

    Não mais devendo nos envolver nas questões internas daquele país e mandar um embaixador para lá, restabelecendo à normalidade das relações das relações diplomáticas.

    Caso contrário, vamos ter muitos problemas e esperar o que vai acontecer por lá.

    De conformidade às circunstâncias, temos que pegar Lula pelo pescoço, para não sermos totalmente desmoralizados.

    Att. Madeiro.

    ResponderExcluir