terça-feira, 1 de dezembro de 2009

No fim das contas todos são "legais"!


O procurador da República em Florianópolis, Marcelo da Mota, recorreu ao Tribunal Regional Federal, de Porto Alegre, da decisão da juíza Ana Cristina Krämer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, que considerou nulas as acusações contra 31 denunciados na Operação Influenza por causa de grampos ilegais, autorizados apenas pela Justiça estadual.No processo, Marcelo da Mota havia solicitado o encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal de continuidade nas investigações de pessoas com foro privilegiado que apareciam nas gravações.Entre os políticos citados nas gravações estavam o deputado federal Décio Lima (PT-SC), o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB), e o assessor parlamentar Marcelo Sato Rosa, que trabalha para a deputada estadual Ana Paula (PT), mulher de Décio Lima. Sato é casado com Lurian, filha do presidente Lula.Nas gravações, feitas em 2008, o empresário Francisco Carlos Ramos- um dos presos na operação- aparecia pedindo favores a Lima e Sato, segundo a Polícia Federal. Luiz Henrique era citado por interlocutores de diálogos grampeados."Se esses agentes políticos cometeram crime ou não, só a investigação em instância superior irá determinar", afirmou o procurador de República. Na sua edição desta semana, a revista "Veja" divulgou supostos diálogos entre agentes políticos e empresários investigados na Operação Influenza. De acordo com a revista, o empresário João Nojiri aparece em relatórios policiais reservados determinando à sua secretário depósito de R$ 10 mil ao genro do presidente.O advogado Ronei Danielli negou que os diálogos sejam de Sato e disse que entrou na Justiça com pedido de resposta para ele e de reparação por danos morais para Lurian.O procurador Marcelo da Mota disse que esses diálogos não chegaram ao processo: "Se houve esses grampos, eles não foram inseridos no inquérito, pois não estavam no processo".Lima também disse que entrou na Justiça contra a revista por reparação por danos morais e direito de resposta.

Demos, vocês viram que o único assunto da grande imprensa é José Roberto Arruda? Ninguém mais fala do mensalinho da filha e do genro do filho do Brasil. Ninguém mais fala do Boeing desviado pelo filho do filho do Brasil. Ninguém fala mais da tentativa de curra do filho do Brasil. Sabe por quê, demos? Porque estas denúncias não têm som e imagem. José Roberto Arruda foi filmado recebendo dinheiro de CORRUPÇÃO, deitadão no sofá do seu gabinete. Não tem desculpa para um crime de tal monta, demos. É um crime hediondo. É um genocídio político. O Arruda matou os demos. O PT não titubeou em entregar a cabeça de José Dirceu, de José Genoino e de Delúbio Soares no mensalão do Lula. Sacrificou Antônio Palocci, aquele que era pra ser a Dilma. Quem é José Roberto Arruda, hein demos? Que importância tem o Distrito Federal na geografia política e econômica do Brasil? Zero! E cá entre nós, esse Arruda tem uma história política tão suja que não deveria orgulhar partido algum. Demos, reconheçam e assumam que vocês estão sendo tão fracos, tão nanicos, tão inexpressivos, tão inconfiáveis para a maioria dos brasileiros, que o Arruda sozinho vai acabar com o partido inteiro. Descanse em paz, DEM. E deixe-nos em paz de uma vez por todas.




Coronel

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